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✏️ Escrevi com tristeza no olhar…

Não sou diferente de ninguém e tenho também coisas negativas que acontecem… e pessoas menos boas à minha volta também…
Habitualmente escrevo com um sorriso no rosto.
Algumas das vezes até com lágrimas de alegria…
Mas naquele dia as lágrimas eram de tristeza.

Partilho contigo o motivo disso…
Esta partilha é para compreenderem que nós não somos resultado das circunstâncias em que crescemos…
Nós não somos resultado da educação que tivemos…
Nós não somos consequência dos exemplos que nos deram…
Nós temos o poder de decidir quem escolhemos ser.
Eu escolhi…

Partilho contigo algo muito íntimo…
A pior pessoa que eu conheci ao longo da minha vida foi a minha mãe.
Durante os meus primeiros anos ela era o meu ídolo…
Até que eu conheci a pessoa que ela realmente é…
Eu tinha nove anos quando o meu mundo mudou.
Era nova demais para viver o que vivi, e assumir o peso de tal verdade que deveria desconhecer… (um dia talvez conte num dos meus livros).

Nunca deixei de tentar ter uma relação boa com ela…
Nunca…
Sou e serei sempre grata, pois deu-me a vida…
Mas tentei sempre ser o oposto dela…
Claro que sofri problemas de confiança em mim e baixa autoestima… claro que sim…
Quando nos falta o amor de mãe e nos sentimos “rejeitadas” é desafiante ultrapassar determinadas dores…
Mas eu lá consegui…

Eu nasci numa família humilde e com poucas condições financeiras…
Desde os meus 13 ou 14 anos que ouvia a minha mãe a dizer que eu tinha de ir trabalhar, pois tinha de ajudar em casa…
Quando eu trabalhava oito horas por dia e de seguida ia para a faculdade, mesmo com o tempo limitado que tinha, era eu que cuidava de limpar a casa e passava a ferro… (e ela nem sequer trabalhava).
Aliás, eu não podia ir estudar se a casa não estivesse limpa…

A baixa autoestima que eu sentia era porque viver uma adolescência sem condições financeiras, sentindo-me rejeitada e sem amor materno, sempre me fez nessa altura sentir inferior aos outros…
E não tinha ninguém com quem desabafar…
Todo o sofrimento que vivia era guardado dentro de mim…
A primeira vez que desabafei com alguém, e contei toda a minha história (toda), foi com uma nova amiga que fiz quando estava na adolescência…
Uma amiga que ainda hoje é uma das minhas pessoas preferidas…
Nessa altura até de amigos eu tive de mudar…
Só mais tarde percebi que a mudança de amigos que fiz com os meus 16 anos, foi uma tentativa de recomeçar do zero…
Eu precisava disso…
Uma tentativa de passar a gostar mais de mim…
Mas foi no trabalho que encontrei alguma luz… um caminho.
Depois tudo se foi construindo…

Porque vos escrevo sobre isto?
Porque novamente a minha mãe mostrou ser a pessoa mais egoísta que eu conheço…
Fez-me uma coisa inimaginável…
Como mãe que sou e amando os meus filhos como amo, não consigo perceber como posso ser filha de alguém tão má, egoísta, mesquinha e desprezível…
Ela fez mal à mãe dela, muito, e descaradamente responsabilizou-me pelas suas ações, acusando-me e envolvendo-me em algo que jamais seria capaz de fazer…
Se isto me tivesse acontecido há três anos atrás em que eu não tinha a capacidade de controlar as minhas emoções e de assumir o comando da minha vida, nem consigo imaginar como teria eu capacidade de digerir tudo isto…

Vivemos numa sociedade repleta de pessoas como esta pessoa…
Imagino que certamente há quem tenha passado ou esteja a passar por situações difíceis…
Conto-te tudo isto para compreenderes algo muito importante.
Não importa como estás hoje.
Não importa a educação e exemplos que te deram.
Não importa o que está a acontecer à tua volta…
Não importa as condições financeiras com que tens vivido…

A única coisa que interessa é o que tu decides fazer com tudo isso.
Vais fazer-te de vítima?
Eu podia ter vivido toda a minha vida como vítima.
Recuso-me a ser…
Sabes porquê?
Porque escolho ser feliz e abundante.
Ser quem eu decidi ser só depende de mim…

Claro que fiquei triste e tenho agora assuntos para resolver…
Mas acabou.
Não passa disso.
Quando alguém nos quer incomodar, como é o caso, a pior coisa que podemos fazer é permitir que nos condicione a vida…
Sabes, apesar dos pais que tenho, o meu foco está nas pessoas que enriquecem a minha vida…
Tenho três filhos maravilhosos e um marido excecional…
Isso vale por tudo de negativo que vai acontecendo e ainda fico a ganhar…
Tenho tanta coisa maravilhosa na minha vida…
Amo e adoro o que faço.

Ajudar pessoas a acordarem todos os dias com motivação, alegria e energia é a minha missão de vida…
Semeio diariamente sementinha boas na minha vida e sinto verdadeiramente compaixão por quem não o faz…
Claro que no primeiro impulso tive um choque com a notícia que partilharam comigo…
Mas acredita, quando alguém tenta fazer mal aos outros nunca se apercebe que a pessoa a quem mais mal está a fazer é a si mesma…

Quando acontece algo que nos faz ficar tristes, temos de ficar e chorar se for preciso…
Eu chorei…
O importante é resolver na nossa mente e seguir em frente.
Focarmo-nos nas soluções, e encontrarmos o caminho para seguirmos a vida que desejamos: feliz e abundante.

👉 Conheces vítimas felizes e abundantes?
Pois, eu também não.
Por isso não permito que absolutamente ninguém tente desviar-me de quem decido ser.

Faz sentido para ti?
Deixa o teu comentário.

Tem um dia maravilhoso e sê feliz!

Márcia Melo, a tua mentora
Psicologia, Coaching e Física Quântica (Lei da Atração)

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